terça-feira, 8 de junho de 2010

"Heat" - Fogo contra Fogo - (1995)

Michael Mann é um diretor meticuloso que trabalhou vários anos no roteiro desse filme, inclusive, antes das filmagens fez os atores passarem por treinamento de tiro, conversarem com “profissionais” da área, ladrões de banco, esposas de presidiários, acompanhou de perto o trabalho de um detetive, entre outras coisas. Essa dedicação de alguém que precisa fazer isso, realizar o filme a todo custo da melhor maneira possível é o que passa o status de obra-prima.

“Fogo Contra Fogo” é a saga de dois homens em lados opostos da lei que se admiram e se reconhecem como os melhores no que fazem. Neil McCauley (De Niro) é líder de um bando de assaltantes que depois de um assalto a um carro forte passa a ser perseguido pelo tenente Vincent Hanna (Pacino) até o confronto final entre os dois.

As cenas de ações são muito bem realizadas, assim como também são destaques: a composição de fotografia, cenários, trilha, elenco, mas a qualidade que mais se sobressai é a construção dos personagens do De Niro e Pacino.

A maneira como o filme se aprofunda nos detalhes para a composição dos personagens, nas semelhanças e nas diferenças entre os dois ao longo do filme é que cria a grande tensão para o confronto final.

No começo do filme é mostrado Neil McCauley no auge de sua carreira, imbatível, porém um solitário, alguém que não consegue se envolver com ninguém e por isso o seu sucesso, enquanto se mostra seu “duplo” Vincent Hanna, incapaz de deixar de relegar seu relacionamento como segunda importância da sua vida. Enquanto o filme progride, Hanna percebe que não se pode ter uma família, um relacionamento, quando ele finalmente assume sua condição de solitário, ele consegue capturar McCauley, enquanto esse último inicia um relacionamento e começa a fazer concessões que são a causa de sua perdição. Até mesmo a atuação dos dois é intencionalmente contraditória, enquanto De Niro parece um sociopata, rígido sem nenhuma emoção, Pacino atua como um viciado em cocaína, “ligado” exagerando um pouco acima do tom.

A cena que é síntese do filme todo, ocorre justamente na metade do filme, quando pela primeira vez contracenam juntos De Niro e Pacino, ao invés do grande confronto que todos esperam, eles se sentam calmamente para tomar café e conversam. Como um monólogo interior de uma pessoa dividida, eles estão curiosos sobre as motivações, a vida do outro, e partilham seus sonhos recorrentes e a incapacidade de se envolver com alguém, então eles sabem e dizem um ao outro que da próxima vez que se verem será a última.

Como tenho escrito sobre filmes recentes, resolvi escrever sobre um antigo, mas dos melhores policiais que já assisti. Embora seja de 1995 não invalida o trabalho do diretor, roteirista e atores. Primeiramente, sou fã dos protagonistas e mesmo que não fosse, não há como negar suas atuações e envolvimento com seus personagens, que muitas vezes parecem reais.

Dupla perfeita, enredo sem tropeços e final... Deixo para vocês pensarem como gostariam que fosse o desfecho dessa história. Nada mais de relevante a ser escrito. Ele é muito bom!

Recomendo aos amantes e não amantes (rsrs), de filmes policiais.

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Heat - Fogo Contra Fogo
Gênero: Policial
Direção: Michael Mann
Duração: 2h54
Ano de lançamento: 1995
Atores: Al Pacino, Robert De Niro, Val Kilmer, Jon Voight , Tom Sizemore, Diane Venora, Amy Brenneman, Ashley Judd, Ted Levine, William Fichtner, Natalie Portman.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Homem de Ferro 2

Como todo filme de super-heroi que se preze, "Homem de Ferro 2" aspira ser mais do que realmente é. E como a maioria deles, tropeça em suas próprias pretensões.

Ao contrário do primeiro, "Homem de Ferro 2" não está muito interessado em desenvolver uma trama e construir personagens para culminar em sequências de ação. Aqui, as correrias, tiros e explosões são precedidas de brincadeiras que deverão divertir apenas os iniciados.
Enquanto o primeiro filme trazia o prazer da descoberta, da apresentação, "Homem de Ferro 2" parece gerado por um programa de computador que esquece de incluir itens básicos como história empolgante, personagens interessantes e reviravoltas bem sacadas.

O fiapo de trama que serve para amarrar as pancadarias metálicas envolve uma rivalidade entre Tony Stark e seu concorrente, Justin Hammer (Rockwell), ambos empresários do setor bélico. Este pretende a todo custo criar uma espécie de Homem de Ferro genérico capaz de ser produzido em série para ser usado pelo governo dos Estados Unidos, como garantia da paz. O próprio governo, aliás, insiste que Stark entregue "sua arma" - embora o empresário/super-heroi negue que tenha uma arma.

Há também um vilão russo interpretado por Mickey Rourke, que quer se vingar de Stark, pois, segundo ele, sua família foi destruída pelo pai de Tony. Seja lá quem for, ele parece ser o único capaz de criar aparelhos à altura para bater de frente com o Homem de Ferro.

Já às personagens femininas não há muito a oferecer. Gwyneth Paltrow é, novamente, a secretária de Stark que, dessa vez, dá a ela a presidência de sua empresa. Scarlett Johansson é Natalie Rushman, uma assistente do departamento jurídico que, mais tarde, se revela um pouco mais do que isso.

Como puro entretenimento, "Homem de Ferro" deixa a desejar com seu ritmo cambaleante, humor fraco e a pouca novidade que traz em relação ao filme anterior - aquele sim bem mais divertido. No final das contas, a estrela do filme, o super-herói, nem tem chance de aparecer tanto em cena, e o que fica é apenas a fumaça da pancadaria.

Caros blogueiros, não tenho muito a dizer sobre o filme, somente que eu esperava mais (penso que a grande maioria também). Não escrevo com alegria, pois gostei muito do 1º (e adoro história em quadrinhos). Parece uma regra não declarada por incrível que pareça, o 2º nunca supera o seu antecessor. Tenho esperança que algum dia isso aconteça. Talvez mero devaneio, rsrs.

A impressão que tive foi que nosso “Iron Man” interpretado pelo querido Robert Downey Jr. ficou bobo, brincou demais e perdeu a noção da sua realidade, isto é, ele só consegue viver por conta da armadura, fruto de sua criação e ainda assim esbanja uma futilidade que não identifiquei no 1º filme. Mais parece uma figura debochada, amargurada com o pai (já falecido, mas que só é lembrado efetivamente no 2º).

Não posso esquecer do lendário Mickey Rourke (lembram de alguém assim? um boneco caricato, que tal!). De tanto botox e pancada que ele levou no rosto na época de “Lutador”, ficou daquele jeito. Diga-se de passagem, totalmente transformado (que pena), nos áureos tempos de “9 Semanas e Meia de Amor” ele estava perfeito, em todos os sentidos, claro que os anos passam mas não transformam um ser humano em algo sem explicação. Muito embora tenha cumprido sua missão – o sempre anti-herói malvado e com cara de quem quer matar alguém, rsrs (era essa sua intenção). De qualquer maneira, cumpriu seu papel.

Das queridas Gwyneth Paltrow e Scarlett Johansson, nada a dizer, até porque Gwyneth trabalhou no 1º e continua a mesma no segundo e a Scarlett passou como um vento (tirando sua expressão de brava, rsrs).

O filme não tem uma sequência que poderia ser lógica, enfim, foi mais um segundo episódio que em nada acrescentou. Escrevam, quem sabe eu consiga através de suas opiniões visualizar algum flash que perdi e escrever que estava enganada ou dormi em alguma parte do filme (não acontece, nunca).

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Iron Man 2 – Homem de Ferro 2
Gênero: Ação
Direção: Jon Favreau
Duração: 2h04
Ano de lançamento: 2010
Atores: Robert Downey Jr. Don Cheadle, Gwyneth Paltrow, Sam Rockwell, Scartett Jonhansson, Mickey Rourke, Samuel L. Jackson e Kate Mara.

domingo, 6 de junho de 2010

Motivos para elogios e críticas

Escrevo em cima das minhas preferências, dos atores e diretores que mais gosto. Dos clássicos aos filmes de ficção e policiais, principlamente aqueles que envolvem mistério e corrupção. Esses são os ingredientes que levo em conta na hora de dizer se é bom ou ruim. É claro que sempre pode aparecer algo diferente, inusitado.

Vou sempre enaltercer bons nomes como Anthony Hopkins, Jack Nicholson, Al Pacino, Robert De Niro, Richard Gere, Denzel Washington (não podia deixar de citá-lo, simplesmente fantástico), Cate Blanchett, Maryl Strepp entre outros.

Não posso deixar de citar meus diretores preferidos como Coppola, Scott, Scorsese, Spielberg, Stone, Lucas e Clint Eastwood. Para mim, não há nada de melhor. Vejo os filmes através de seus olhos e de sua competência.

Por hora, é só. Espero seus comentários.

Abraços.

"Clash of Titans" - Fúria de Titãs

A história conta a saga de Perseus, filho de Zeus, que é criado entre os mortais e tem sua família “de criação” consumida por Hades, o deus do inferno. Assim, Perseus inicia sua batalha contra os deuses, se unindo a Io, sua guia espiritual, ao guerreiro Draco e ao rei-fera Acrisius, na tentativa de salvar sua amada Andrômeda.

Perseus (Sam Worthington) é o único que pode salvar sua família de Hades (Ralph Fiennes), um vingativo deus da terra dos mortos. Sem nada a perder, ele lidera uma missão para derrotar o vilão, antes que ele alcance os poderes de Zeus (Liam Neeson), rei de todos os deuses. Inicia-se, então, uma jornada por mundos desconhecidos. As imagens, criadas com computação gráfica e cenários grandiosos, são empolgantes. Criaturas fabulosas como harpias e escorpiões gigantes fazem o abre-alas para o maior monstro já visto nas telonas, o Kraken. Todas têm peso e presença, as batalhas contra elas são frenéticas e bem coreografadas e equilibradas com um alívio cômico aqui e ali.

Blogueiros de plantão, não tenho muito a comentar mediante a sinopse explicativa. Mas adianto que o filme apesar de grandioso com imagens produzidas em computação gráfica, deixa a desejar, não é um dos melhores clássicos que já vi, podem apostar.

Aos sempre competentes Neeson e Ralph Fiennes (Hades), vale enaltecer suas participações, apesar do roteiro fraco e pouco trabalhado para dois grandes atores.

De qualquer maneira, para os curiosos e amantes da computação gráfica, fica aqui o meu recado.
Vejam e façam seus comentários e críticas. Aguardo vocês.

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Clash of Titans - Fúria de Titãs
Gênero: Aventura
Direção: Louis Leterrier
Duração: 1h58
Ano de lançamento: 2010
Atores: Sam Worthington, Ralph Fiennes, Liam Neeson, Gemma Artenton, Danny Huston, Alexa Davalos, Izabella Miko, Jason Flemyng e Luke Evans.

"Prince of Persia" - Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo

Na trama, Jake Gyllenhaal é Dastan, um príncipe adotivo que traz na coragem sua principal virtude. Ele é um dos líderes da ocupação ao reino de Alamut, que esconderia armas misteriosas de enorme potência por trás de seus altos muros e soldados dedicados. As lutas favorecem o povo pérsia, que dominam a região, mas são incapazes de encontrar qualquer ameaça que justifique o embate. E é questionando a existência dessas armas, que Dastan conhece a geniosa princesa Tamina (Gemma Artenton), que guarda bem mais segredos do que ele pensa.

As circunstâncias levam-na a se tornar a futura esposa do rapaz, apesar dos iniciais desentendimentos entre eles. Os dois terão de ficar ainda mais próximos depois que Dastan é acusado de matar o próprio pai, o rei da Pérsia, em uma cilada armada para ele.

Caçado a mando de seus dois irmãos, ele foge com Tamina, que revela-lhe a existência de uma adaga que permite viajar no tempo. Tentando provar sua inocência no crime, o príncipe encontrará no objeto a razão para a traição que sofreu, além de utilizá-lo como uma forte proteção.

Dastan é um protagonista extremamente comum, apenas dono de uma atleticidade exuberante. É um mocinho “quadrado”, de boa índole, solteiro, disposto a lutar por tudo e por todos, incluindo seu mais novo affair Tamina, aliás, até que é mais brava e durona do que as heroínas comuns, mas o destino faz questão de amolecer seu coração.

Os vilões também não destoam. São meros indivíduos ambiciosos, que buscarão agir da maneira mais incorreta possível para se tornar o homem mais poderosos do mundo. O romance entre os protagonistas também ocorre de maneira gradual, usando a longuíssima e chata duração do filme em seu favor.

Pulos por sobre as construções, cambalhotas, intensa utilização de armas brancas sobram no filme. E o melhor: grande parte dessas sequências funciona, mesmo com o decepcionante desfecho.

Filme com típico final feliz entre mocinho plebeu (apesar de ter sido adotado pelo rei) e a princesa real. Esse é o recheio do filme, com cenas próprias de um vídeo game futurista e muito bem feito, para esse intuito, claro. Mas ainda assim, faltou comprometimento por parte dos atores. Talvez eu questione sempre a interpretação, pois não abro mão de ver na tela grandes nomes trabalhando.

Tudo muito recheado com areia, rsrs, brincadeirinha. Mas nosso herói que foi tão bom intérprete em "O Segredo de Brokeback Mountain", ficou somente com o papel de galã com músculos... Pensem o que quiserem, assistam e depois comentem.

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Prince of Persia – Príncipe da Pérsia
Gênero: Aventura
Direção: Mike Newell
Duração: 1h56
Ano de lançamento: 2010
Atores: Jake Gyllenhaal, Gemma Artenton, Bem Kingsley, Alfred Molina, Toby Kebbell e Richard Coyle.

sábado, 5 de junho de 2010

Robin Hood

Tudo começa na véspera da morte do rei inglês Ricardo Coração de Leão, a quem o arqueiro Robin (Russel Crowe) era fiel. Sem o líder, Robin e um pequeno grupo de amigos abandonam o exército inglês, já bastante abatido pela longa e pouco proveitosa Cruzada empreendida pelo então Rei Ricardo. O reino está acéfalo e combalido.

Um golpe do destino, porém, faz com que Robin e seus companheiros cruzem seus caminhos com Godfrey (Mark Strong), que se faz passar por conselheiro do novo Rei João (Oscar Isaac), mas que na verdade é um traidor disposto a entregar a Inglaterra à inimiga França. Movido tanto por valores como honra e lealdade, como por meros acasos do destino, Robin acaba se envolvendo até o pescoço no delicado momento social e político que marca a transição do reinado para as mãos do mimado, egoísta e despreparado Rei João.

Tudo bastante grandioso, bem produzido, bem fotografado, com boas cenas da batalhas... mas que não funciona enquanto filme. Apesar das proporções épicas, da volta da dupla Crowe/Scott, das belas locações na Inglaterra e no País e da Gales, e até da sempre ótima Cate Blanchett, este novo Robin Hood é um tédio.

Nosso querido Crowe está um tanto quanto fora do peso e com uma idade, digamos avançada para fazer um Robin ágil, rápido e ao mesmo tempo romântico. Diga-se de passagem não é o forte de nosso Neozelandês (naturalizado autraliano). Seus papeís são marcantes, fortes, determinantes, mas nesse caso, o herói ficou talvez no filme "O Gladiador".

Nosso Robin não é o mocinho que rouba dos pobres para dar ao ricos e sim um destemido guerreiro que volta das Cruzadas para descobrir seu passado e se envolver com a Lady Marion (viúva)..., papel de Cate Blanchett, excelente, como sempre.

Não posso deixar de enaltecer o trabalho de Ridley Scott, sempre perfeito. Aliás, sou sua fã...

Até o próximo: Príncipe da Persia. Divirtam-se.

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Robin Hood
Gênero: Aventura
Direção: Ridley Scott
Duração: 2 horas
Ano de lançamento: 2010
Atores: Russell Crowe, Cate Blanchett, Mark Strong, Matthew Macfadyen, Danny Ruston, Kevin Durand, William Hurt, Max von Sydow, Scott Grimes, Eileen Atkins, Léa Seydoux, Bronson Webb, Oscar Isaac, Robert Pugh e Alan Doyle.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Qual é a coisa mais generosa que você já fez?

Atravessar a rua debaixo de temporal acompanhando uma senhora que possui necessidade especial.

Ask me anything

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

"Fracture" - Um Crime de Mestre - (2007)

O engenheiro Ted Crawford (Anthony Hopkins) descobre que sua mulher o traiu e planeja o crime perfeito. Como principal suspeito de ter atirado na cabeça de sua esposa, é interrogado nos tribunais pelo promisso promotor público Willy Beachum (Ryan Gosling). Sem nunca perder um caso, o advogado não encontra provas para incriminar o frio assassino. Crawford é solto e as brigas se estendem para fora dos tribunais, como cão e gato que trocam de papel constantemente.

Anthony Hopkins como sempre, excelente. Um criminoso que se diz inocente, mas na verdade ele é inocente até que se prove o contrário. A arma do crime não foi encontrada, principal prova do homicídio. Todos os indícios que levam até o assassino não tem consistência, são fracos e portanto irrelevantes. Mas o final é surpreendente. O promotor não desiste do caso e vai buscar na lei brechas que nosso querido assassino deixou escapar.

Independente do enredo, Hopkins não deixa a desejar. É um ator completo, faz muito bem papéis intensos e de grande dramacidade.

Esse filme não é recente, mas não podia deixar de comentá-lo. Está entre os meus preferidos, assistam.

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Fracture – Um Crime de Mestre
Gênero: Suspense
Direção: Gregory Hoblit
Duração: 2 horas
Ano de lançamento: 2007
Atores: Anthony Hopkins, Ted Crawford, Ryam Gosling e Willy Beachum.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Invictus" - (2010)

“Invictus” mostra Nelson Mandela, depois da queda do apartheid na África do Sul e durante seu primeiro mandato como presidente, quando se esforçou para que o país sediasse Copa do Mundo de Rugby de 1995. Uma grande oportunidade para unir seus compatriotas.

Com certeza Morgan Freeman desempenha muito bem o papel, mas tenho que admitir que não deu liga entre ele e Matt Damon e mais, faltou recheio nesse bolo.

O filme começa e termina sem dizer a que veio. Apartheid, ok, já sabemos o que aconteceu. Nelson Mandela... Rugby... Penso que o filme poderia ter explorado muito mais a história da época e contado um pouco dessa guerra civil entre brancos e negros.

Quem é Nelson Mandela? O que ele fez pelo país, além de trazer a Copa do Mundo de Rugby? Esse ingrediente faltou no bolo.

FICHA TÉCNICA:
Título Original: Invictus
Gênero: Drama
Direção: Clint Eastwood
Duração: 2h14
Ano de lançamento: 2009
Atores: Morgam Freeman, Matt Damon, Tony Kgoroge, Patrick Mofokeng, Matt Stern.